Grande extensão de muralhas de avultada espessura, construída em alvenaria de pedra e reboco, que se estende desde a Praia do Caju até a Rampa do Palácio. É interrompida por três rampas: Praia do Caju, das Palmeiras e, logo após, o Baluarte de São Cosme. Os muros são dotados de bancos embutidos. Em toda a sua extensão é circundado pela Av. Jaime Tavares, em belo trecho com arborização de coqueiros.
As duas meias-laranjas correspondentes aos baluartes de São Cosme e São Damião do Castelo, ao lado do Palácio dos Leões, vêm quebrar seu sentido retilíneo. O monumento da Pedra da Memória e Coreto da Praia Grande estão nesse percusso.
A construção do Cais teve como objetivo evitar a escavação e o desmoronamento do baluarte, facilitar a comunicação entre a Praia Grande e as ruas que terminam no mar, acabar com o pântano, que existia desde o Baluarte até os Remédios e, por fim, dar melhor estética à vista da cidade. Foi projetado sob interesses do capitão general D. Diogo de Sousa, Conde do Rio Pardo.
O escritor maranhense Josué Montello imortalizou-o no romance Cais da Sagração, em que exalta a figura do Mestre Severino.
fonte: http://www.citybrazil.com.br/ma/saoluis/turismo.htm
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